De acordo com Tiago Oliva Schietti, o setor funerário desempenha um papel fundamental na sociedade, ainda que muitas vezes seja pouco debatido de forma aberta e técnica. Trata-se de uma área essencial, presente em todos os contextos sociais e regiões do país, responsável por serviços que exigem sensibilidade, organização e alto nível de responsabilidade profissional.
Por lidar com um momento delicado da vida humana, o setor funerário demanda profissionais preparados, capazes de aliar competência técnica, ética e empatia. Essa combinação faz com que o mercado de trabalho na área apresente características próprias, como estabilidade, demanda contínua e oportunidades para diferentes perfis profissionais.
O mercado funerário no Brasil e sua estrutura
O mercado funerário brasileiro é composto por empresas privadas, serviços públicos, cooperativas, cemitérios, crematórios e organizações especializadas em atividades complementares, conforme explica Tiago Oliva Schietti. Essa estrutura diversificada amplia o leque de possibilidades de atuação profissional, indo muito além da imagem tradicional associada ao setor.
Além dos serviços funerários propriamente ditos, o setor envolve logística, gestão administrativa, manutenção, atendimento ao público, planejamento urbano e aspectos ambientais. Esse conjunto de atividades cria um ecossistema de trabalho que permanece ativo independentemente de ciclos econômicos, o que contribui para a estabilidade do setor.
Por que o setor funerário oferece estabilidade profissional?
Segundo Tiago Oliva Schietti, a estabilidade do setor funerário está diretamente ligada à natureza contínua de sua demanda. Diferentemente de áreas fortemente impactadas por crises econômicas, o setor mantém sua relevância e funcionamento em qualquer cenário.
Além disso, a especialização exigida em muitas funções reduz a rotatividade e aumenta a valorização do profissional qualificado. Empresas do setor tendem a investir em capacitação e retenção de talentos, uma vez que a experiência e o preparo emocional fazem grande diferença na qualidade do serviço prestado.

Principais áreas de atuação no setor funerário
O mercado de trabalho funerário oferece oportunidades para profissionais com diferentes níveis de formação e interesses. Existem funções operacionais, técnicas, administrativas e de gestão, cada uma com demandas específicas e possibilidades de crescimento.
Entre as principais áreas de atuação, destacam-se:
- Agente funerário e atendimento às famílias;
- Gestão de cemitérios e crematórios;
- Tanatopraxia e preparação de corpos;
- Administração e gestão empresarial funerária;
- Manutenção, paisagismo e infraestrutura;
- Consultoria, planejamento e regularização de serviços.
Essas áreas permitem trajetórias profissionais variadas, com possibilidade de especialização e ascensão, assim como aponta Tiago Oliva Schietti. A diversidade de funções torna o setor acessível a diferentes perfis, desde quem busca inserção inicial no mercado até profissionais com formação técnica ou superior.
Qualificação profissional e valorização da carreira
Para Tiago Oliva Schietti, a qualificação é um fator cada vez mais relevante no setor funerário. Cursos técnicos, capacitações específicas e treinamentos voltados ao atendimento humanizado contribuem para a profissionalização da área e para a valorização dos trabalhadores.
Profissionais qualificados tendem a ocupar posições estratégicas e a conquistar melhores condições de trabalho. Além disso, a formação contínua amplia a segurança na execução das atividades, reduz riscos operacionais e fortalece a imagem do setor perante a sociedade.
O papel do atendimento humanizado nas oportunidades de trabalho
O atendimento humanizado é um dos pilares do setor funerário moderno, como sustenta Tiago Oliva Schietti. Profissionais capazes de acolher famílias com respeito, empatia e clareza se tornam altamente valorizados, pois atuam diretamente na experiência do serviço prestado.
Essa competência não se limita ao contato direto com o público. Ela também influencia a cultura organizacional, o trabalho em equipe e a forma como os processos são conduzidos internamente. Empresas que investem em humanização tendem a se destacar e a oferecer ambientes de trabalho mais estruturados e respeitosos.
Uma carreira baseada em propósito e continuidade
Por fim, no entendimento de Tiago Oliva Schietti, trabalhar no setor funerário é, para muitos profissionais, mais do que uma ocupação. Trata-se de uma carreira pautada pelo propósito de servir, pela responsabilidade social e pelo compromisso com o cuidado humano em momentos sensíveis.
A combinação entre estabilidade, diversidade de funções e possibilidade de crescimento torna o mercado funerário uma alternativa sólida para quem busca segurança profissional sem abrir mão de significado no trabalho. Ao longo do tempo, o setor se consolida como um campo de atuação essencial, resiliente e cada vez mais profissionalizado.
Autor: Tyler Benovetti