Segundo a Associação Brasileira de Vinhos, a produção brasileira é considerada hoje a quinta maior do hemisfério sul. Marco Antonio Carbonari, dono da vinícola Villa Santa Maria, diz que as variedades de uvas cultivadas são diversas, por isso é impossível identificar um vinho brasileiro tradicional.

A serra gaúcha do Rio Grande do Sul é a região mais vinícola do país, com aproximadamente 670 vinícolas. A área de produção do Brasil atinge cerca de 79.900 hectares. Até o Dia Nacional do Vinho de 2019, cerca de 1.100 vinícolas nacionais realizaram transações, mas o volume de transações foi de 9 bilhões de reais. A produção é de cerca de 200 milhões de litros de vinho e 120 milhões de litros de espumante. Então, para impulsionar a produção na região Sul, foi proposta a ideia do Dia Nacional do Vinho.

Marco Antonio Carbonari comenta que nessa época do ano, o mercado do vinho, em especial os amantes do vinho tranquilo, aguarda, espera ansiosamente por esse dia, onde acontece a ligação entre os diferentes participantes e se preocupa com os consumidores. Em dezembro de 2013, foi promulgada a Lei Estadual nº 12.019, que instituiu o Dia do Vinho no Rio Grande do Sul, que é comemorado no primeiro domingo de junho de cada ano.

A característica do evento é integrar a cadeia econômica e promover múltiplas atividades que ocorrem simultaneamente em diferentes regiões do País. Entre as atividades que são especialmente contempladas neste período, incluem-se piqueniques, degustações e cursos unificados, degustações cegas e guiadas, jantar e passeios. Durante este período, também está prevista a introdução de vinhos e um menu unificado com harmonizações.

Segundo Marco Antonio Carbonari, o dia do Vinho é, então,  realizado pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), por meio do projeto Vinhos do Brasil e Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação do Rio Grande do Sul (Seapi-RS), e pelo Sindicato Empresarial de Gastronomia e Hotelaria (Segh) – Região Uva e Vinho, como resultado do Projeto Eventos Integrados e Integradores – reinterpretação da concepção de evento, fomentado pelo Ministério do Turismo.

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