Astrid Jones é uma adolescente que está no último ano do ensino médio, habitante de uma pequena cidade que gira em torno de fofocas e individualismo. De acordo com o assíduo leitor, Frederico Gayer Machado de Araujo, cansada deste lugar, a garota mal pode esperar para se formar e partir, sem olhar para trás.

Porém, segundo Frederico Gayer Machado de Araujo, por enquanto, Astrid Jones tem de se contentar vivendo um dia por vez, aproveitando suas aulas favoritas (como a de filosofia, por exemplo) e editando a revista literária do colégio. No entanto, tendo de aturar, também, as intrigas irrelevantes da cidade, sofrendo pressão de pais insensíveis e lidando com uma irmã que não se importa com ela.

Frederico Gayer Machado de Araujo revela que a protagonista, em seu tempo livre – quando não está trabalhando limpando camarões -, Astrid costumava passar seu tempo na mesa de piquenique no jardim de casa, observando os aviões que estão constantemente passando por lá.

Somos apresentados a uma protagonista com características que fazem com que o leitor se identifique fortemente. Frederico Gayer Machado de Araujo explica que o livro possui um teor filosófico e existencial que abordam assuntos importantes de uma forma leve e agradável, sendo, dessa forma, extremamente comovente. e cativante.

O amadurecimento de Astrid é encantador e bem perceptível, partindo de uma personagem que não consegue se encaixar em nenhum rótulo estipulado e não tem certeza de nada diante de sua vida, para uma garota que, mesmo com as dúvidas e questionamentos, começa a ver o mundo com outros olhos, se auto-conhecendo aos poucos, constantemente.

Frederico Gayer Machado de Araujo recomenda a leitura para todas as idades, afinal, trata-se de um livro com uma abordagem humana, capaz de agregar muitas perspectivas importantíssimas aos leitores.

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