Quem nunca se pegou imaginando como seria sua vida se tivesse feito outras escolhas, que jogue a primeira pedra. Afinal, idealizar é algo normal, porém, Matt Haig decidiu ir mais afundo em relação a essa proposta e, dessa forma, escreveu “A Biblioteca da Meia Noite”, um livro que, segundo o leitor assiduo e entusiasta da literatura, Frederico Gayer Machado de Araujo, nos apresenta Nora Seed, uma protagonista que, consumida pelos arrependimentos, ganha a oportunidade de fazer tudo mais uma vez, trocando sua vida, por uma nova.

Frederico Gayer Machado de Araujo explica que o enredo nos leva a uma biblioteca fantástica, onde Nora tem a chance de experimentar as outras vidas que poderia ter vivido se tivesse feito escolhas diferentes, desfazendo, dessa forma, todos os seus arrependimentos e finalmente ponderando, dentre todas essas possíveis realidades, qual seria a melhor para se viver?

A princípio, Frederico Gayer Machado de Araujo comenta que a obra pode parecer confusa, sobretudo por conta de Nora, uma personagem que, sem dúvidas, foi criada com o intuito de, mesmo com seu jeito singular, cativar o leitor e fazer com que o apego seja crescente ao decorrer de cada capítulo lido.

A escrita de Matt nos aproxima da protagonista, fazendo com que, entre as situações (em suma complicadas) e sua visão acerca de si mesmo, possamos enxergá-la como ela, de fato, se vê e consequentemente, nos aproximando, cada vez mais, do universo ao qual estamos adentrando.

Frederico Gayer Machado de Araujo explica que, a proposta do livro é “A Biblioteca da Meia-Noite” nos leva a questionamentos acerca da vida e de como lidamos com nossas conquistas e arrependimentos conforme vamos colecionando experiências, com o intuito de mostrar que é importante se desprender do “e se” e passar a viver o agora.

O livro, revela Frederico Gayer Machado de Araujo, aborda temas pesados que podem ser delicados para alguns leitores, por isso, é recomendado verificar a classificação indicativa antes de iniciar a leitura.

Com certeza é uma obra marcante a qual Frederico Gayer Machado de Araujo recomenda, principalmente aos amantes de um bom drama com viagens no tempo.

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