O que é possível prever diante o cenário atual na Engenharia Civil? Josué Eraldo da Silva comenta

Como trata-se de um setor que vive se diversificando e moldando, segundo Josué Eraldo da Silva, há muitas histórias a se contar sobre tudo o que foi realizado há pelo menos 10 anos atrás em diante.

Os materiais não eram os mesmos que os de hoje, eram totalmente limitados e poluentes para o meio ambiente. As condições não eram as mesmas, eram bem menos investidas e estudadas. Dessa forma, a tecnologia foi a maior impulsionadora do setor de construção civil. O que acabou gerando em processos altamente otimizados e eficientes.

Muitas vezes, analisar as mudanças realizadas pelo o que foi feito no passado, é uma das grandes formas de aprender sobre a importância do que se está sendo feito agora e o que futuro reserva.

É claro que trata-se de estimativas, mas de acordo com as tendências atuais, o setor tecnológico irá transformar radicalmente o setor de construção civil. É por isso que um bom profissional precisa estar atento(a) às novidades.

De fato, com os acontecimentos atuais, de acordo com Josué Eraldo da Silva, que dirige uma das maiores construtoras do país, a Jacitara, ele entende que a crise econômica que o Brasil está enfrentando terá alguns impactos ao longo dos anos. Onde é possível apostar tanto em impactos ricos em aprendizados, quanto pobres em investimentos.

Em 2016, por exemplo, o Brasil passou por uma crise quase que “devastadora” para a história do país, e prejudicou principalmente o setor de construção civil. Muitas imobiliárias passaram a sofrer com a escassez de futuros e atuais clientes. Não havia previsão sobre soluções para o futuro.

Para o ano de 2020, era esperado que o setor voltasse com tudo. Isso porque através de grandes investimentos, grandes obras já contavam com grandes investidores. Ainda é incerto, mas mesmo com os últimos acontecimentos sobre o quadro da pandemia, a construção civil não chegou a sofrer drasticamente.

Dessa forma, medidas de segurança foram tomadas e estudadas. Profissionais do setor passaram a trabalhar de forma jamais esperada, a rotina passou a ser remota, mas não menos produtiva. Para Josué Eraldo da Silva, houve muitos impactos negativos, mas ainda há o lado positivo, que trata-se sobre o aprendizado.

A área está mais preparada para futuros adventos e ocasiões caóticas. Essa situação acabou gerando pessoas mais prontas para lidar com as adversidades. Por isso, ao analisar o contexto social, econômico e tecnológico, é possível associá-lo as tendências do mercado.

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