Você reconhece os riscos da automedicação, isto é, do uso de medicamentos sem prescrição médica? O proprietário da farma conde,

Manoel Conde Neto
Manoel Conde Neto

, comenta as consequências da automedicação e esclarece como o farmacêutico possui papel fundamental no combate à essa prática. Nessa perspectiva, vale salientar que a compra e controle de medicamentos que não sejam controlados (tarja preta ou vermelha), é um direito do consumidor, entretanto seu mau uso pode acarretar problemas mais graves à saúde. 

 

Diante desse contexto, entra a função do farmacêutico, como profissional qualificado e atualizado, que possui o dever de instruir o consumidor, quanto ao ideal medicamento para o seu caso. Tal orientação deve ser feita mediante uma ficha de anamnese, com o fito de orientar quanto a correta ingestão do medicamento e evitar complicações futuras. Conforme o renomado Manoel Conde Neto, as queixas de dores de cabeça estão no topo dos principais problemas de saúde encontrados no ambiente farmacêutico. Assim, cabe ao profissional do ramo da farmácia questionar o consumidor acerca da frequência de tal sintoma, de modo que descubra se há ou não necessidade de um acompanhamento médico.

 

É indubitável, conforme as normas da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que haja de forma integral a presença de um profissional farmacêutico em departamentos de farmácia, de forma a evitar a prática da automedicação. Sob esse viés, é também de extrema importância que o profissional saiba repassar de forma clara e objetiva o tratamento ao paciente, contribuindo assim para a eficácia do medicamento e para a melhora do quadro hospitalar. Ademais, cabe ainda ao profissional conscientizar o consumidor com informações acerca da necessidade de seguir a orientação médica e de se evitar  medicamentos desnecessários em prol do seu bem estar.

 

Outrossim, vale ressaltar que o paciente como responsável por aquilo que ingere deve ter conhecimento sobre os males de uma alta dosagem de medicamentos não prescritos. O empresário Manoel Conde Neto comenta a assimilação de medicamentos à drogas e/ou venenos, uma vez que quando ingerida altas doses pode trazer consequências graves ao organismo, tais como: intoxicação, agravamento do quadro clínico ou até mesmo óbito. Dessa forma, evidencia-se a importância de um auxílio e uma orientação de qualidade, prestada a esses pacientes e consumidores. 

 

Isto posto, sendo considerada um problema de saúde pública no Brasil, a automedicação deve ser combatida com a finalidade de alcançar o uso racional de medicamentos. Nesse panorama, é válido mencionar que tal prática é comum entre a população idosa, sendo imprescindível que haja uma diferente forma de abordagem e instrução dada a essa faixa etária. Diante desse viés, sabe-se que a condição corporal de um idoso acaba sendo modificada, seja pela redução do fluxo sanguíneo, das atividades enzimáticas hepáticas e etc, fazendo com que o mau uso de medicamentos traga reações adversas. Logo, o farmacêutico torna-se um grande responsável pela prevenção e melhora na saúde pública dessa população, contribuindo para o cumprimento da Política Nacional de Medicamentos.

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